A seleção eslovaca de futebol saiu com apenas um ponto de Tórshavn, nas Ilhas Faroé, após empatar em 1 a 1 na partida da terceira rodada da Divisão C da Liga das Nações. O resultado frustrou as expectativas de vitória que cercavam a equipe antes da viagem ao extremo norte europeu, e o atacante Róbert Boženík não escondeu a decepção ao comentar as condições de jogo enfrentadas pelos eslovacos no arquipélago.
O gramado artificial da ilha virou o principal assunto após o apito final. Vários jogadores da seleção descreveram a superfície como um verdadeiro "concreto artificial", de tão dura e escorregadia. Boženík, que cresceu jogando sobre grama sintética em Žilina, admitiu que mesmo com essa bagagem foi pego de surpresa pelas particularidades do piso faroense - um contraste que, de tão diferente do que está acostumado, lembrou até a sensação de instabilidade de quem testa pela primeira vez algo como o crystal slot, sem noção clara de como reagir aos imprevistos. crystal slot
Donos da casa transformam o piso em arma
As Ilhas Faroé têm histórico de complicar a vida de seleções teoricamente muito mais fortes quando jogam em casa. Na temporada passada, a própria República Tcheca saiu derrotada do mesmo cenário. Boženík reconheceu que o time local soube aproveitar o conhecimento acumulado no próprio terreno: os jogadores faroenses sabem exatamente onde a bola vai quicar, como se posicionar e como explorar cada detalhe do gramado, uma vantagem que nenhuma seleção visitante consegue neutralizar com um único treino de adaptação.
A Eslováquia abriu o placar ainda no primeiro tempo, com gol contra do zagueiro Gunnar Vatnhamar, mas viu o empate chegar aos 66 minutos, com Adrian Justinussen, que entrou do banco de reservas. Apesar do resultado abaixo do esperado, a equipe segue na liderança do Grupo 3, somando sete pontos, com três de vantagem sobre a Moldávia, seu próximo adversário.
Início do segundo tempo foi o ponto fraco
Os primeiros 15 minutos da etapa complementar foram os piores momentos da Eslováquia em campo, período em que os donos da casa pressionaram e quase ampliaram o placar. O goleiro Dominik Greif evitou um segundo gol faroense com uma defesa decisiva, mantendo viva a esperança eslovaca de buscar a virada. Boženík também elogiou o desgaste físico do meio-campista Stanislav Lobotka, que atuou os 90 minutos pela terceira partida seguida na atual data Fifa.
Clima de vestiário e foco na Moldávia
Mesmo com a viagem longa e o calendário apertado, o grupo eslovaco mantém o bom humor fora de campo, recorrendo a jogos de tabuleiro para encurtar as horas em hotéis e aeroportos. Segundo Boženík, Ondrej Duda não vem levando muita vantagem nas partidas, enquanto outro grupo, formado por Lukáš Haraslín e Milan Škriniar, disputa à parte, sem vencedores claros até agora.
A equipe volta a viajar para enfrentar a Moldávia na próxima terça-feira, em compromisso considerado decisivo para consolidar a liderança do grupo. Boženík reforçou que o objetivo é somar dez pontos após quatro rodadas, criando uma base sólida para a sequência da competição em novembro.